(japa)
Disfarça parça, enquanto a viatura passa na praça
Um no dichava o outro já fazendo fumaça
Os caras vem, chegam mas não falam nada tá tudo bem,
De volta então a mão na massa
O rap vai e vem ; com diferentes palavras
Um pré aquecimento antes de ir pro estúdio dar uma gravada
Então vem correndo enquanto ainda da tempo
Porque depois do estúdio, é las vegas tá vendo
Só com o veneno e as melhores putas do milênio
Quase gastando todo o meu pagamento
Mas isso aqui e o rio neguin
Então vai vendo, eu não preciso ser o que ?
O rapper do momento
Vou vivendo feliz sim com quanto eu tenho
De uísque, haxixe, green
E alguns complementos
Tipo minha mina, família, amigos se tá entendo
Enquanto o vento que venta me lembra que eu tô crescendo ...
Refrão: 4:20, com as letras no beat
É o seguinte, põem o som no repeat
Sem limite, com uísque e haxixe
E o olho de chiva afetado por conjuntivite..(2x)
(brian)
Vai do ragga, dub, estilo psyco,
Sem dinheiro da smoking, ao menos saber do destino
A estrada é única sem desvio,
Uns falam que tamo bem, mas quer a gente no abismo
4:20 O horário é rígido, se sobressaindo com seu lado critico
Sem da mole pros cana os verdadeiros bandido
Querendo atrasar o bonde, dando uma de esperto
No seu olho o brilho, pra barrar o haxa do golfo pérsico
Isso é a vida cada um com sua escolha
No carrinho de chinelo, chão quente e o pé cheio de bolha
De marola na ciclovia, vendo as morenas e as loiras
Isso é a vida e o rap é minha escolha
Escolhida a parte por fragmentos
Com mais 4 escrevendo os 4e20 mandamentos
Se não entende, vai entendendo
Não se perde que os rastros tão desaparecendo
Refrão: 4:20, com as letras no beat
É o seguinte, põem o som no repeat
Sem limite, com uísque e haxixe
E o olho de chiva afetado por conjuntivite..(2x)
(osama) vivo por mim não pra te agradar
O silêncio nunca vai me aprisionar
Abro as portas da percepção pra me libertar
Defendo o que é meu, mas também sei atacar
E o que faz passar no teu olhar...
Talvez um menosprezo, quem sabe um preconceito
Que me faz ignorar por superação, muitos caem na tentação
Não sou bomzinho, nem vilão
Não sou pobre, nem patrão
Na base de criação, com minha própria opnião
Na revolução de universo de versos urbanos,
Nessa vida perdemos e ganhamos
Todo dia uma batalha, longe de águas claras
As cartas foram dadas,
Que venham chances para serem abraçadas
Nessa longa jornada, haja braço pra não morrer na praia
4:20 Segura pedrada.....
(leo) maluco dreadlock fechado com os índios,
Os mendigo, e quem vir comigo
Na humilde escuta o improviso
Um só finin,se preciso,kgs e mais kgs
De lérô com a mais bela, uma ilha deserta
Fumando as velas criando meus filhos
Meio esquecido, só lembro do importante
Melhor dessa forma, sem muita história com qualquer ignorante
Ignore ... mas ignore à vontade
O gigante invade teu jardim mais cedo ou mais tarde
Porque até o mais tirano também é o mais covarde
Poucos tão comemorando, em outros cantos rola massacre
Com toda humildade
Não sou nenhum sabichão mermão
Só um maluco que só sabe que nada sabe
Pedro saci:
Me sinto ótimo
Esse normalmente é meu propósito
Amigos, gatas, vodka barata no depósito...
É lógicoo... rj -- lapa junto aos nossos
E pode confirmar são 4 e 20 no relógio..(2x)

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